[PRESS] DEFALLA e a Cultura do Protecionismo

O texto critica a tendência de artistas brasileiros em defender a cultura nacional através de uma dicotomia simplista entre o que é nacional e estrangeiro, em vez de avaliar a qualidade artística. Nei Lisboa e a banda DeFalla são citados como exemplos que rompem com esse protecionismo, opondo-se à malandragem tradicional e às relações de poder, enquanto as escolas de samba do Rio de Janeiro são vistas como perpetuadoras da mediocridade ao manterem o pacto com os poderosos.