Ajuda e dicas sobre como explorar este portal

O Relicário do Rock Gaúcho é o ponto de encontro da memória sonora do RS. Mais que um acervo, somos um portal dinâmico em constante atualização: cada postagem é fruto de pesquisa rigorosa e serve como referência histórica para a nossa cultura pop e rock. O site foi restaurado e reorganizado em 15/02/2026 e passa a ter atualizações constantes, com novos conteúdos e o aprimoramento contínuo das informações existentes. Navegue por nossas Categorias e Subcategorias temáticas para uma pesquisa profunda ou utilize o campo de “Pesquisa” para buscas diretas.

Priorizamos links permanentes curtos e intuitivos.

Aos pesquisadores e acadêmicos, a dica é observar o link das categorias na barra:

relicariodorockgaucho.com/ CATEGORIA / SUB CATEGORIA

nas postagens temos basicamente:

relicariodorockgaucho.com/ ANO-MES-DIA ou ANO-MES-‘algo sobre o post’ ou ANO-‘algo sobre o post’

Licença de uso (CC BY-SA 4.0)

Este site é mantido com dedicação, rigor e profundo respeito pela história do rock gaúcho. Todos os dados foram reunidos a partir de fontes confiáveis, entrevistas, acervos pessoais e cruzamento de informações, buscando sempre a maior fidelidade possível aos fatos. Nosso compromisso é com a verdade histórica e com a preservação da memória cultural do Rio Grande do Sul.

Ao utilizar nosso conteúdo, a atribuição correta não é apenas uma obrigação legal – é um gesto de reconhecimento ao trabalho de pesquisa e à seriedade com que tratamos essa memória coletiva. O respeito a essa atribuição garante que possamos continuar produzindo, investigando e compartilhando conhecimento de qualidade com todos que valorizam a história do rock.

A licença Creative Commons Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional é uma das licenças abertas mais utilizadas no mundo para conteúdo cultural.

Ela garante que você TEM DIREITO a:

✅ Compartilhar – copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato.
✅ Adaptar – remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer fim, inclusive comercial.

Desde que você CUMPRA com:

🔹 Atribuição (BY) – Você deve dar o crédito apropriado ao Relicário do Rock Gaúcho, prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas. Pode fazer isso de qualquer forma razoável, mas não de maneira que sugira que o licenciante endossa você ou seu uso.
🔹 Compartilha Igual (SA) – Se você remixar, transformar ou criar a partir do material, precisa distribuir suas contribuições sob a mesma licença que o original.

Isto NÃO significa:

❌ Que você é obrigado a seguir a licença em relação a elementos do material que estejam em domínio público.
❌ Que você tem permissão para usar tecnologias de medidas eficazes (como gestão de direitos digitais) que restrinjam legalmente outros de fazerem o que a licença permite.

 

Mais do que um site, este é um arquivo vivo da história do rock gaúcho. Por trás de cada dado, há pesquisa, escuta e paixão.

 


Acompanhe nossas descobertas aqui e em nossas redes sociais. Abaixo, em detalhes, como o site está estruturado em termos de conteúdo e navegação:

1. Seções Principais (Menu)

O site é dividido em categorias que facilitam o acesso aos diferentes tipos de mídia digitalizada:

  • Home: Página inicial com destaques, campanhas de apoio e as atualizações mais recentes.

  • Áudio: Seção dedicada a músicas, gravações raras e remasterizadas.

  • Vídeo: Inclui videoclipes, registros de shows antigos, entrevistas e documentários.

  • Mídia (Imprensa): Recortes de jornais, revistas (como jornais e periódicos) e artigos históricos que documentaram a cena ao longo das décadas.

  • Rádio: Conteúdos relacionados a programas de rádio históricos e transmissões.

  • Filmes: Espaço para produções audiovisuais de maior abrangência, como documentários sobre bandas e movimentos.

Cada seção do Relicário do Rock Gaúcho funciona como uma gaveta específica de um grande arquivo histórico.

O foco não é apenas “ouvir música”, mas entender o contexto da época.

Aqui está o que você encontra detalhadamente em cada parte do menu:


1.1. Áudio

Esta é a “discoteca” digital do site. O foco aqui são materiais que muitas vezes não estão no Spotify.

  • O que contém: Digitalizações de fitas K7 demo, compactos raros (vinis de 7 polegadas), álbuns completos que saíram de catálogo e gravações de ensaios.

  • Destaque: Remasterizações feitas pela própria equipe do Relicário, tentando limpar chiados de fitas magnéticas antigas.

1.2. Vídeo

Uma verdadeira videoteca do rock local, focada em registros visuais que antes só existiam em fitas VHS.

  • O que contém: Videoclipes clássicos e “lados B”, registros de shows em locais icônicos (como o Bar Ocidente ou o Gigantinho) e aparições de bandas em programas de TV locais.

  • Destaque: Gravações do programa Radar (TVE) e especiais da RBS TV das décadas de 80 e 90.

1.3. Mídia (Imprensa)

Para quem gosta de ler sobre a história e ver a estética visual da época.

  • O que contém: Scans de alta resolução de recortes de jornais (especialmente da Zero Hora e o antigo Jornal do Comércio), páginas de revistas nacionais que falavam do RS (como a Bizz) e fanzines underground.

  • Conteúdo extra: Cartazes de shows históricos, ingressos da época e flyers que eram distribuídos na Rua da Praia.

1.4. Rádio

O rock gaúcho teve sua semente nas ondas do rádio, e esta seção homenageia isso.

  • O que contém: Gravações de programas inteiros de emissoras como a (antiga Bandeirantes e depois) Ipanema FM, Gaúcha e a Continental. Você ouve as locuções originais, as vinhetas e o clima das transmissões ao vivo.

  • Destaque: Entrevistas e transmissões históricas feitas por radialistas que foram pilares da cena.

1.5. Filmes

Dedicado a obras audiovisuais com maior tempo de duração e profundidade narrativa.

  • O que contém: Documentários sobre bandas específicas, filmes que retratam o movimento do rock no sul e curtas-metragens que utilizam a trilha sonora local.

1.6. Home e Apoio

  • Home: Funciona como um portal de notícias, mostrando qual foi a última “relíquia” resgatada.

  • Apoio: Explica como funciona o financiamento coletivo. Como digitalizar fitas e manter servidores é caro, eles detalham onde o dinheiro dos “Relicantes” é investido (compra de equipamentos de captura, manutenção do site, etc.).


Dica de navegação: Se você estiver procurando por uma banda específica (como TNT, Cascavelletes, Graforréia Xilarmônica ou Replicantes), recomendamos usar a barra de busca, pois o conteúdo dessas bandas costuma estar espalhado por todas essas seções (você encontrará o áudio da demo, o vídeo do show e o recorte do jornal).


EM DESTAQUE: ‘o túnel do tempo’ do Rock Gaúcho

A seção TIMELINE (ou Linha do Tempo) do site Relicário do Rock Gaúcho é, na prática, a “espinha dorsal” cronológica de todo o acervo. Enquanto as outras seções separam o conteúdo por formato (áudio, vídeo, texto), a Timeline organiza tudo o que existe no portal de acordo com o ano de lançamento original ou a época em que o evento ocorreu.

Aqui está o que você encontrará nela e como ela funciona:

1.7 Organização por Décadas

A estrutura é dividida em blocos de dez anos, permitindo que o utilizador viaje por eras específicas do rock no Rio Grande do Sul:

  • [1960-1969]: Os primórdios, a Jovem Guarda gaúcha e as primeiras bandas de baile e garagem.

  • [1970-1979]: O rock progressivo, o psicodélico e a transição para a sonoridade dos anos 80.

  • [1980-1989]:  O refúgio como forma de expressão. com o surgimento do punk, pós-punk e as bandas que ganharam o Brasil (TNT, Cascavelletes, Replicantes).

  • [1990-1999]: O boom do rock independente, a consagração da cena do Bom Fim e a diversificação de estilos.

  • [2000 – 2009]: A Invasão Nacional e o Pop-Rock e a década que marca o último grande momento em que o rock feito no RS dominou as paradas nacionais e a MTV.

  • [2010 – 2019]: A Fragmentação e o Indie Experimental do “Rock Gaúcho” clássico deu lugar a experiências mais alternativas e psicodélicas.

  • [2020 – 2029]: A Era da Memória e a Sobrevivência Digital (atualmente em 2026), é marcada pela resiliência.

O rock gaúcho atual é um movimento de resistência e de celebração do próprio passado.

2. Critérios de Classificação

Diferente de um blog comum onde os posts aparecem pela data em que foram escritos ou um link enorme, tanto nos links permanentes quanto na categoria Timeline, o Relicário utiliza três critérios de precisão para organizar o material:

  1. Data exata: Quando se sabe o dia, mês e ano daquele registo (ex: 1999-12-31).

  2. Ano e Mês: Para lançamentos de álbuns ou matérias de revista.

  3. Apenas a Década: Para materiais raros onde não há uma data precisa, mas sabe-se a época (ex: uma fita demo perdida dos anos 70).

2.1 O que você visualiza ao clicar

Ao entrar em uma década específica (ex: 1960-1969), o site filtra todos os tipos de mídia daquela década. Você verá numa mesma página:

  • Os álbuns lançados naquele ano.

  • Recortes de jornal da época falando sobre as bandas.

  • Vídeos de shows que aconteceram naquele período.

  • Áudios de programas de rádio que estavam no ar naqueles meses.

2.2 Função de “Túnel do Tempo”

A Timeline funciona como um índice completo. Ela é ideal para quem quer entender a evolução da cena. Em vez de procurar por uma banda, você procura por um contexto.

É possível ver, por exemplo, o que estava a acontecer no rock gaúcho no exato ano em que você nasceu ou em que frequentava determinados bares e concertos.

A Timeline é a ferramenta de busca definitiva para quem deseja contextualizar a história, servindo como um catálogo cronológico de toda a “Discoteca do Rock Gaúcho” presente no site.


3. Ecossistema de Apoio

Como é um projeto independente e sem fins lucrativos, o site tem uma ramificação importante focada na sustentabilidade:

  • Apoio ao Relicário (Subdomínio): Existe um portal específico (apoio.relicariodorockgaucho.com) que funciona como um blog para os “Relicantes” (apoiadores). Lá, são compartilhadas informações detalhadas sobre as metas de digitalização e recompensas para quem contribui via plataforma APOIA.se.

 


4. Foco Técnico e Curadoria

A estrutura não é apenas de um blog comum; ela funciona como um arquivo digital. Há uma preocupação técnica explícita com:

  • Digitalização de mídias obsoletas: O site descreve o trabalho de passar materiais analógicos (fitas VHS, K7, rolos) para o digital.

  • Remasterização: Além de disponibilizar o arquivo, a equipe trabalha na melhoria da qualidade de áudio e vídeo.